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17 outubro, 2007

Sandália de empresa mineira ganha prêmio internacional



Sandália criada pelo estilista Walter Rodrigues e fabricada pela Speed Horse, pequena empresa de Guaxupé, no sul de Minas Gerais, foi uma das finalistas do The Best of APLF Awards. O concurso selecionou os melhores produtos expostos na feira Fashion Access, realizada em Hong Kong, na China, na última semana. O modelo foi desenvolvido para o desfile do estilista na última edição do Fashion Rio, em junho.

Leia a matéria completa de Aline de Freita na ASN.

01 outubro, 2007

International Furniture Design Competition – Asahikawa 2008



Estão abertas até o dia 7 de dezembro as inscrições para o "7º International Furniture Design Competition – Asahikawa 2008", concurso internacional que ocorre como evento principal da "IFDA" (International Furniture Design Fair Asahikawa), feira trienal de móveis. Os projetos inscritos devem ser inéditos, desenvolvidos em madeira majoritariamente e não podem ter sido previamente publicados. Os interessados podem participar individualmente, em grupo ou por empresa. Não há limite de trabalhos por participante. A taxa de inscrição de cada projeto é ¥ 5 mil pela Internet ou ¥ 6 mil pelo correio. Serão concedidos um troféu de ouro no valor de ¥ 3 milhões, dois troféus de prata no valor de ¥ 1 milhão, e 5 troféus de bronze no valor de ¥ 300 mil.

Os trabalhos premiados e os finalistas participarão de exposição no Asahikawa Furniture Center, em junho de 2008.

O regulamento e ficha de inscrição estão disponíveis no site: www.asahikawa-kagu.or.jp/ifda. Mais informações pelo e-mail: ifda-e@asahikawa-kagu.or.jp.

20 agosto, 2007

Take-G, toy-arts de madeira





Com acabamento primorosos os brinquedos japoneses feitos em madeira pela empresa Take-G, com temática basicamente de ficção científica, robôs...
Dica do interessantíssimo blogdebrinquedo.

06 agosto, 2007

oito vagas para estagiarios na India - neerja.com



- Designer grafico(3 vagas)
- Web Designer(3 vagas)
- Designer de Produto(2 vagas)

Oferecendo vagas para "Designers", para trabalhar com "Design", com uma chance de aprender ou aperfeicoar o ingles, adquirir uma experiencia internacional, conhecer uma cultura diferente e inclementar o curriculo. Fazer varios contatos que poderao
valer negocios no futuro.
bruno@neerja.com
www.neerja.com

20 abril, 2007

Diversão com caracteres japoneses - Dainippon Type Organization





Descontraida entrevista com os artistas Tetsuya Tsukada e Hidechika.
Chupada da Ping Mag

04 março, 2007

Web 2.0 Expo Tokyo



When
Thursday, November 15, 2007 - Friday, November 16, 2007

Where
Izumi Garden Tower - Tokyo

Web 2.0 EXPO Tokyo is designed to be the major annual Japanese gathering of the technical, design, marketing, and business professionals who are building the next generation web.

17 janeiro, 2007

Um designer brasileiro no país da censura na Web



"É como se tudo passasse por um big firewall"
Entrevista com Itamar Medeiros: brasileiro na China, país que censura a Internet
por Vanessa Nunes
original em: Zero Hora

Mesmo morando em um país conhecido pelos casos de censura à Internet, o designer pernambucano Itamar Medeiros, 32 anos, recorre à web para manter os amigos informados sobre o seu dia-a-dia na China. Desde julho de 2005 em Xangai, onde leciona comunicação visual no Raffles Design Institute da DongHua University, Medeiros mantém um blog (http://designative.blogspot.com) em conjunto com o designer carioca Bruno Porto, 35 anos, há quatro meses naquele país. O diário tem duas versões, em português e em inglês. O pernambucano possui ainda uma página no Flickr recheada de fotos suas com a mulher, a porto-alegrense Fabiane, 27 anos, em pontos turísticos de Xangai. Na última sexta-feira, Medeiros falou ao ZH Digital via VoIP (telefonia pela Internet) sobre as dificuldades de ser internauta na China.

ZH Digital - Como é o acesso à Internet na China?


Itamar Medeiros - Como tudo na China, passa por um controle de conteúdo. Se estou no Google e digito determinadas palavras-chaves, como "Praça da Paz Celestial" ou "Tibet" (temas sensíveis ao governo chinês), não retornam os resultados. É como se saísse fora do ar. Não mostra aquela mensagem de que a página não foi encontrada. Todo mundo sabe que tem o firewall, mas o governo é pouco transparente. Não se sabe se o que não conseguimos acessar é porque foi bloqueado ou se é porque a infra-estrutura de Internet do país é ruim.

ZH Digital - Que problemas são esses de infra-estrutura?

Medeiros - A China tem 12 links de saídas para o mundo e 120 milhões de internautas. É pouco canal para muita gente. E todos esses canais são controlados pelo governo. Por causa do filtro, o contato com páginas no Exterior se torna muito lento. A Internet fica lenta porque filtram até o conteúdo. É como se tudo tivesse que passar por um proxy gigante, um big firewall China (uma espécie de grande muralha da China).

ZH Digital - A navegação se torna lenta até mesmo em páginas hospedadas no país?

Medeiros - Para acessar sites hospedados aqui é rápido, porque essas páginas já passaram pela autocensura de quem as hospedou. Os servidores de Internet não são malucos de permitir algo que vá contra o governo. O próprio provedor é responsabilizado pelo governo por qualquer crime que seus usuários estejam cometendo.

ZH Digital - Como os chineses encaram o controle imposto à Internet?

Medeiros - O chinês não vê como um problema. Mesmo o chinês que fala um pouco de inglês acessa os serviços de Internet que são chineses. O curso em que dou aula é em inglês, e vejo pelos meus alunos chineses. Eles não têm conhecimento nenhum de como é a Internet no mundo. Quando a gente fala de sites populares, como o YouTube, o cara não sabe, porque sempre tem um site chinês com conteúdo parecido. A China tem 600 mil blogueiros, mas todos ou usam um servidor de blogs que seja da China ou um serviço que foi negociado com o governo para entrar aqui.

ZH Digital - Você toma algum cuidado sobre o que escreve?

Medeiros - Tem no meu blog em português um monte de coisa esculhambando a China. Metade do que coloco nele não ponho na versão em inglês. Não acho que eu seria preso (o governo já prendeu jornalistas sob a acusação de terem divulgado na Internet dados considerados "segredos de estado"), mas como vim para trabalhar aqui, preciso deles para me darem o visto.