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15 outubro, 2007

XIV Prêmio IBGM de Design de Jóias - Mudança no Regulamento



R$ 10 mil. Este é o valor que será pago ao vencedor de cada uma das três categorias do XIV Prêmio IBGM de Design de Jóias. As inscrições podem ser feitas até 23 de novembro pelo site do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM).

A participação é aberta a profissionais, artesãos e estudantes de design, artes, arquitetura e áreas afins. Este será dividido em duas etapas: na primeira serão aceitos os desenhos e na segunda fase as peças prontas de até 10 designers classificados por categoria.

O objetivo do concurso é o de refletir as tendências do mercado de jóias. De acordo com o organizador, a valorização da arte e cultura brasileira, as pedras coradas com lapidação diferenciada (ou contemporânea) e a gestão do design nas indústrias são requisitos fundamentais para o sucesso dos candidatos.

As três categorias são "O Brasil de Oscar Niemeyer"
Arquitetura Brasileira (Inspiração Obras Arquitetônicas existentes no Brasil).
, "Pedras com Lapidação Diferenciada" e "Gestão do Design pela Indústria".

Por motivos de força maior ocorreram algumas mudanças no regulamento do Prêmio IBGM de Design (Comunicado Anexo) e a categoria As Obras de Oscar Niemeyer (Inspiração: Obras de Oscar Niemeyer) foi substituída pela Categoria Arquitetura Brasileira cuja Inspiração são as Obras Arquitetônicas existentes no Brasil . O objetivo desta categoria é divulgar as obras arquitetônicas existentes nas cidades brasileiras valorizando, dessa forma, as características de cada localidade.

As demais categorias Pedras com lapidação diferenciada (inspiração: Tema livre) e Destaque Indústria permanecem sem mudanças, com exceção da data de encerramento das inscrições que será prorrogada para todas as categorias.


Na primeira, o desafio é criar jóias inspiradas nas obras do arquiteto Oscar Niemeyer, em homenagem ao centenário do seu nascimento. A finalidade é divulgar o Brasil através da união da criatividade de nossos melhores designers de jóias com a beleza das curvas de Niemeyer. Os participantes terão que se inspirar nas obras do arquiteto espalhadas pelo território brasileiro.

Na segunda categoria, os designers precisam apresentar inovação e originalidade nas formas de lapidação das pedras. Segundo o IBGM, o Brasil é o maior produtor em diversidade de gemas do mundo e deve mostrar ousadias na lapidação dessas gemas.

A grande novidade do prêmio é a categoria "Gestão do Design pela Indústria". Voltado exclusivamente para as indústrias, tem o objetivo é identificar, reconhecer e promover as empresas que se destacam na gestão do design de jóias.

As peças dos designers classificados e vencedores estarão no catálogo do Prêmio e participarão de exposições em feiras nacionais e internacionais.

O concurso conta com o apoio do Sebrae e do Ministério do Turismo.

Início das inscrições: 03 de Setembro de 2007
Fim das inscrições: 19 de Outubro de 2007 23 de Novembro de 20007

Inscrições e informações
www.ibgm.com.br

Saiba mais sobre as mudanças.

01 outubro, 2007

Bienal B



Porto Alegre, recebe de 3 de Setembro a 24 de Novembro, o projeto cultural Bienal B.

Em contra partida a Bienal do Mercosul, a B prestigia, street art, grafismo, stickers e toda e qualquer forma de manifestação artística urbana contemporânea.

São mais de 300 artistas distribuídos em mais de 40 pontos de exposição pela cidade.

A própria divulgação do evento é feita através de intervenções urbanas, e todo dia se tem alguma atividade nova dentro de um dos espaços usados pela Beinal B.

21 setembro, 2007

Bem vindo a São Paulo - O filme



Visões de uma metrópole em 18 direções.
Não tive como não lembrar do Arlequinal.

Trailer 1


Trailer 2


visto aqui com informações até sobre uma promoção. Ficou curioso? Clica!

23 agosto, 2007

Lumiar Artesanato



É tiro e Queda: basta jogar um pouco de conversa fora pelas ruas de São Pedro da Serra, distrito de Nova Friburgo a apenas 5km de Lumiar, para logo ser apresentado a algum artesão ou convidado a conhecer algum ateliê. O que não chega a surpreender quem teve tempo de circular pela área e ver que há lojinhas de artesanato por todos os canto.

— Somos quase todos cariocas refugiados — brinca Rubem Reiras, que há 14 anos trocou o Rio por São Pedro da Serra.

Rubem é o criador das luminárias de barbante colorido com estrutura em ferro que chamam a atenção de quem passa pela Rua Rodrigues Alves, espécie de centro comercial da cidadezinha. Ela também é o endereço, por exemplo, do ateliê de Marcelo Auad, autor de coloridíssimos quadros inspirados em mandalas.

Leia matéria completa de Luciana Brum na ASN.

14 agosto, 2007

Design na boca do povo!





Vídeo acadêmico que tem por objetivo levantar questões acerca do design com base nos conhecimentos e desconhecimentos da opinião pública. Perguntar "o que é design" e "para que serve" pode resultar nas mais variadas respostas.

Cabe ressaltar que todos os depoimentos foram dados de forma espontânea e que os nomes utilizados são fictícios.
www.andrepersil.com

13 agosto, 2007

Video games: mídia, arte, indústria e design



Post do Alexo no Benzaiten, baseado no artigo de Marcos Sandrini Lemos publicado na revista da ADG 24, falando sobre a evolução dos jogos eletrônicos, desde a década de 70.

animação nordestina - até o sol raiá





Trailer da excelente e premiada animação de Leanndro Amorim e Fernando Jorge.
Contra sobre um boneco de barro de lampião q ganha vida e agita uma pacata vila sertaneja.

www.fantochestudio.com

04 maio, 2007

Indígenas conhecem produção de artesanato da Venezuela



Um grupo de seis indígenas de Roraima participou de missão técnica às comunidades de Kamamerú, Kumarakapay, Uaiparú e Kavanayen situadas na Venezuela. A visita integra as ações do Projeto de Artesanato Indígena – Inkama, desenvolvido pelo Sebrae em Roraima.

Participaram representantes das comunidades de Raposa (Normandia), Bananal (Pacaraima), Moskou (Bonfim), Vista Alegre (Boa Vista), Camararem e Água Fria (ambas de Uiramutã) das etnias de Macuxi, Taurepang, Wapixana e Y'ekuana. A gestora do projeto, Sandra Helena Nobre, diz que a missão serviu para a troca de experiências sobre a produção de artesanato e sobre o desenvolvimento do turismo, fortemente explorado pelos indígenas venezuelanos.

Leia a matéria completa de Franciane Santos na ASN.

05 abril, 2007

Novo site da Fundação Biblioteca Nacional



A FBN (Fundação Biblioteca Nacional) inaugurou, no fim do mês de março, um novo site para a Rede da Memória Virtual Brasileira. A nova página permite acesso aos acervos do Arquivo Geral da Cidade, Museu Histórico Nacional, Fundação Casa de Rui Barbosa, Museu Villa-Lobos, Museu do Índio, Fundação Oscar Niemeyer, Fundação Cultural de Curitiba e Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), co-organizadora do site, além da própria FBN.

Entre os destaques estão imagens da Guerra do Paraguai, croquis do arquiteto Oscar Niemeyer, 850 partituras, 200 arquivos sonoros da Biblioteca Nacional e cerca de 180 textos de historiadores, com links para suas biografias.O site da Rede da Memória Virtual Brasileira está disponível no link "Acervo Digital", no portal da FBN: www.bn.br

26 fevereiro, 2007

Documentário: Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil



A trajetória e o olhar crítico de Alexandre Wollner, um dos maiores nomes do design gráfico brasileiro, são abordados no documentário "Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil", agora disponível para download em Torrent gratuito no site www.tecnopop.com.br .

O projeto é uma iniciativa da produtora de design carioca Tecnopop, especializada no mercado cultural, com o patrocínio do Programa Petrobras Cultural.

O design brasileiro carece de memória e registro visual, em especial no que se refere às gerações pioneiras que moldaram a profissão em meados do século passado. Nesse documentário de 85 minutos, coordenado por André Stolarski, Wollner fala sobre sua participação nos momentos centrais da história do design e dos trabalhos que deram um novo rumo à produção visual brasileira. Ao longo de sua carreira,o designer concebeu projetos de identidade visual para empresas como Itaú, Hering, Philco, Eucatex, Metal Leve e Indústrias Klabin, tornando-se internacionalmente reconhecido.

O projeto coletou 28 horas de depoimentos do designer, editando-os em vídeo e texto. A publicação, lançada em parceria com a editora Cosac Naify, incluiu ainda um catálogo completo das marcas produzidas pelo designer até 2005.

Dica do Luis Mendes

Falando em Wollner, recomendo, Alexandre Wollner: e a Formação do Design Moderno no Brasil, do mesmo André Stolarski.

19 janeiro, 2007

"No século 21, nenhum designer conseguirá atingir o patamar de marcas como Armani ou Chanel"



Veja a razão dessa afirmação no artigo escrito pela jornalista Suzy Menkes e discutido aqui pela Oficina de Estilo

18 janeiro, 2007

Design-feed aggregator





Design-feed aggregator
Quando eu me cadastrei eram mais de 240 sites de design com quase 6500 posts
genial dica do Victor

17 janeiro, 2007

Art Fusion Experiment: Onde tatuadores de todas as partes do mundo se reunem para fazer arte.



Já tem um tempo, mas achei muito interessante o vídeo.

www.artfusionexperiment.com

Um designer brasileiro no país da censura na Web



"É como se tudo passasse por um big firewall"
Entrevista com Itamar Medeiros: brasileiro na China, país que censura a Internet
por Vanessa Nunes
original em: Zero Hora

Mesmo morando em um país conhecido pelos casos de censura à Internet, o designer pernambucano Itamar Medeiros, 32 anos, recorre à web para manter os amigos informados sobre o seu dia-a-dia na China. Desde julho de 2005 em Xangai, onde leciona comunicação visual no Raffles Design Institute da DongHua University, Medeiros mantém um blog (http://designative.blogspot.com) em conjunto com o designer carioca Bruno Porto, 35 anos, há quatro meses naquele país. O diário tem duas versões, em português e em inglês. O pernambucano possui ainda uma página no Flickr recheada de fotos suas com a mulher, a porto-alegrense Fabiane, 27 anos, em pontos turísticos de Xangai. Na última sexta-feira, Medeiros falou ao ZH Digital via VoIP (telefonia pela Internet) sobre as dificuldades de ser internauta na China.

ZH Digital - Como é o acesso à Internet na China?


Itamar Medeiros - Como tudo na China, passa por um controle de conteúdo. Se estou no Google e digito determinadas palavras-chaves, como "Praça da Paz Celestial" ou "Tibet" (temas sensíveis ao governo chinês), não retornam os resultados. É como se saísse fora do ar. Não mostra aquela mensagem de que a página não foi encontrada. Todo mundo sabe que tem o firewall, mas o governo é pouco transparente. Não se sabe se o que não conseguimos acessar é porque foi bloqueado ou se é porque a infra-estrutura de Internet do país é ruim.

ZH Digital - Que problemas são esses de infra-estrutura?

Medeiros - A China tem 12 links de saídas para o mundo e 120 milhões de internautas. É pouco canal para muita gente. E todos esses canais são controlados pelo governo. Por causa do filtro, o contato com páginas no Exterior se torna muito lento. A Internet fica lenta porque filtram até o conteúdo. É como se tudo tivesse que passar por um proxy gigante, um big firewall China (uma espécie de grande muralha da China).

ZH Digital - A navegação se torna lenta até mesmo em páginas hospedadas no país?

Medeiros - Para acessar sites hospedados aqui é rápido, porque essas páginas já passaram pela autocensura de quem as hospedou. Os servidores de Internet não são malucos de permitir algo que vá contra o governo. O próprio provedor é responsabilizado pelo governo por qualquer crime que seus usuários estejam cometendo.

ZH Digital - Como os chineses encaram o controle imposto à Internet?

Medeiros - O chinês não vê como um problema. Mesmo o chinês que fala um pouco de inglês acessa os serviços de Internet que são chineses. O curso em que dou aula é em inglês, e vejo pelos meus alunos chineses. Eles não têm conhecimento nenhum de como é a Internet no mundo. Quando a gente fala de sites populares, como o YouTube, o cara não sabe, porque sempre tem um site chinês com conteúdo parecido. A China tem 600 mil blogueiros, mas todos ou usam um servidor de blogs que seja da China ou um serviço que foi negociado com o governo para entrar aqui.

ZH Digital - Você toma algum cuidado sobre o que escreve?

Medeiros - Tem no meu blog em português um monte de coisa esculhambando a China. Metade do que coloco nele não ponho na versão em inglês. Não acho que eu seria preso (o governo já prendeu jornalistas sob a acusação de terem divulgado na Internet dados considerados "segredos de estado"), mas como vim para trabalhar aqui, preciso deles para me darem o visto.